terça-feira, 11 de novembro de 2014
Lei inglesa proibe fumar em carros com crianças
Espera-se que a lei vá para análise já em dezembro de 2014 e que comece a vigorar em outubro de 2015.
Link da matéria original, no DailyMail.
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Sua casa poderá ser transformada em uma usina eólica
A idéia final é abastecer o seu carro elétrico a partir da energia eólica em casa, e trata-se da união de tecnologias da GE (WattStation), que torna possível abastecer um carro elétrico em seis horas, e o aerogerador, um poste com hélices em cima, criado para se conectar ao carro de forma direta.
O objetivo principal é reduzir a emissão de gás carbônico na atmosfera, visto que os automóveis encabeçam a lista dos maiores emissores do gás.
A tecnologia ainda é inviável financeiramente a nível doméstico já que o preço é de 30 mil doláres, e antes de que se chegue a esse nível, ele será testado em estacionamentos para que os carros se carreguem enquanto estão parados. Os primeiros testes só acontecem no ano que vem em Barcelona, Pequim e Nova York.
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sábado, 2 de julho de 2011
Cimento transparente para economizar energia elétrica

Arquitetos italianos conseguiram criar o "cimento transparente", o material é chamado de i.light e possui dezenas de pequenos orifícios por onde a luz passa e isso sem fazer com que a integridade da estrutura seja afetada. Vistas de longe as paredes parecem ser feitas de concreto comum, exceto, nos dias ensolarados, em que a luz consegue iluminar o ambiente. A vantagem clara do uso do cimento transparente é que teriamos um menor número de lâmpadas acesas o que influenciaria diretamente no consumo de energia elétrica.
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sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Japão pode reduzir emissão de CO2...
O Japão pode reduzir sua meta na projeção de redução de 25% nas emissões de gases causadores do efeito estufa até 2020 se todos os grandes países emissores não chegarem a um acordo sobre um ambicioso pacto climático global, afirmou o ministro do Meio Ambiente.
O governo japonês prometeu metas de redução de emissão, com base nos níveis de 1990, quanto tomou posse no mês passado, visando ter um papel maior nas negociações climáticas apoiadas pela ONU em Copenhague em dezembro.
Mas afirmou que a meta é vinculada à aceitação de objetivos globais ambiciosos por todos os países emissores, incluindo China e Estados Unidos.
Ozawa disse que o Japão está preparado para oferecer novos fundos substanciais para os países em desenvolvimento para ajudá-los a combater as mudanças climáticas, mas colocou que pode ser difícil apresentar detalhes sobre sua nova iniciativa de fundos até a sessão de negociação da ONU no início de novembro.
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segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Jogos Olímpicos Ecológicos...

Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, terão uma surpresa em suas medalhas. Elas receberam ao invés do ouro, prata e bronze algo bem mais tecnológico como placas de computadores derretidas e recicladas. Para ser mais preciso o trabalho de reciclagem extrai os metais ouro, prata e bronze dos circuitos reciclados de computadores antigos para produzir as medalhas. Os detalhes são gravados a laser e cada corte é único, fazendo com que cada peça seja diferente da outra, elas também terão desenhos e ondulações que remetem à história e ao relevo de Vancouver. Ao todo, serão produzidas 615 medalhas para os Jogos Olímpicos e 399 para os Jogos Paraolímpicos com o material. Os jogos serão realizados em fevereiro do próximo ano na cidade de Vancouver, no Canadá.
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domingo, 11 de outubro de 2009
Pequena redução na emissão de gases poluentes já ajuda...
Dia 22 de setembro é o Dia Mundial Sem Carro e isso com a colaboração de alguns pode trazer benefícios a curto e longo prazo. Segundo a Agência de Proteção Ambiental do governo norte-americano, melhorar a qualidade do ar das cidades pode prevenir 23 mil mortes por doenças cardiovasculares e respiratórias. Mais de 20 mil internações por doenças respiratórias e 40 mil por doenças cardiovasculares podem ser evitadas. A poluição do ar afeta, ainda, a saúde infantil. Se diminuirmos o volume de poluentes no ar salvaremos pelo menos 200 crianças que morreriam logo após o nascimento e 40 mil atendimentos nas emergências serão evitados. Para entender a relação entre poluição do ar e as doenças cardíacas, pesquisadores da Universidade de Taipei estudaram o vínculo entre a qualidade do ar e os processos inflamatórios envolvidos na doença arterial. Durante três meses, 75 estudantes foram submetidos a eletrocardiogramas diários e medições dos níveis de substâncias marcadoras de inflamação no sangue. Ao mesmo tempo, eram registrados os níveis de poluentes no ar por uma estação de monitoramento dentro do próprio câmpus da universidade para que os dados pudessem ser cruzados. Os resultados mostraram que, quanto piores os índices de poluição, piores os marcadores de inflamação no sangue, mostrando que as artérias devem sofrer diretamente os efeitos da qualidade do ar. Os poluentes mais ativos contra o organismo humano são os velhos conhecidos de sempre: material particulado com diâmetro menor que dez micra, sulfatos, nitratos e ozônio. A importância desse estudo está em mostrar que, mesmo sem doença estabelecida nas artérias do nosso corpo, o sistema cardiovascular sofre com a poluição, especialmente nas grandes cidades onde isso ocorre com frequência. Isso não faz você pensar um pouco melhor, sobre a possibilidade de aderir ao movimento que seja por um único dia?
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Árvores artificiais na luta contra o aquecimento global...
Um dos principais problemas do mundo atual, são as emissões de gases poluentes na atmosfera, o que agrava o aquecimento global. A solução pode estar na produção de árvores artificiais, em um relatório publicado pela Instituição Britânica de Engenheiros Mecânicos, os engenheiros afirmam que por US$ 20 mil (R$ 37mil), uma única árvore artificial poderia remover o CO2 emitido por 20 carros.A Instituição afirma que outros métodos potenciais, como o uso de espelhos defletores no espaço são pouco práticas e demasiadamente caros para serem implementados.Segundo os engenheiros, as árvores artificiais, que medem cerca de 12 metros de altura, ainda são um protótipo, mas quando finalizadas, poderiam ser instaladas ao lado de rodovias ou perto de turbinas de ar no mar.As árvores trabalham capturando o CO2 do ar através de um filtro. Depois disso, o carbono seria removido e armazenado. O relatório sugere ainda que novas tecnologias para armazenagem de CO2 continuem a ser desenvolvidas em paralelo ao projeto das árvores.Uma das sugestões dos cientistas é que o CO2 capturado pelas árvores artificiais poderia ser liquefeito e enterrado no subsolo, talvez em antigos poços de petróleo.“As árvores artificiais já estão no estágio de protótipo e o design já está avançado em termos de automação e dos componentes que serão usados”, disse Tim Fox, principal autor do documento.De acordo com ele, as árvores podem ser produzidas em massa em pouco tempo.
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Muito dinheiro no lixo
Uma tonelada de celulares velhos contém metais no valor de US$ 15 mil, e o mundo precisa de regras melhores para enfrentar as crescentes montanhas de lixo eletrônico nos países em desenvolvimento, defendeu uma aliança apoiada pela ONU. Uma tonelada de celulares usados, ou cerca de seis mil aparelhos, contém por volta de 3,5 quilos de prata, 340 gramas de ouro, 140 gramas de paládio e 130 quilos de cobre. Uma bateria de celular contém mais 3,5 gramas de cobre. "Muito equipamento termina no lixo em países pobres”, disse Rüdiger Kühr, chefe do secretariado da StEP (Solving the E-waste Problem), cujos mantenedores incluem agências da ONU e empresas como Microsoft e Nokia. "Os processos e diretrizes que regem a reutilização e reciclagem de produtos eletrônicos precisam ser padronizados mundialmente a fim de conter e reverter o crescente problema do lixo eletrônico ilegal e do desperdício," afirma um comunicado da StEP. Segundo ele, muito lixo eletrônico é enviado a países em desenvolvimento, com a exploração de lacunas que permitem a exportação de computadores e televisores para reutilização no exterior. Boa parte dessas exportações também é feita ilegalmente. "Com muita frequência, o lixo eletrônico é incinerado, nos países em desenvolvimento, para a recuperação de metais," afirmou a StEP. É um método barato e potencialmente lucrativo, mas emite toxinas, entre as quais metais pesados e dioxinas. "A reciclagem, se conduzida devidamente, custa caro," disse Kühr. Ele afirmou que existem pelo menos 700 contêineres de lixo eletrônico à espera em portos da África Ocidental, parte de uma montanha de cerca de 40 milhões a 50 milhões de lixo elétrico e eletrônico gerada a cada ano. Link da imagem.
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quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Suiça agora está maior
A Suíça ampliou a sua fronteira às expensas da Itália, por causa do derretimento de uma geleira no alto dos Alpes. O governo suíço informou nesta quarta-feira (19) que aprovou a ampliação da fronteira em 150 metros para dentro do território italiano em algumas áreas alpinas. As mudanças ocorreram após o Escritório Federal de Topografia da Suíça descobrir que a linha divisória que determinava a fronteira desde 1942 se moveu, por causa do derretimento de geleiras e de campos permanentemente nevados na fronteira. O topógrafo Daniel Gutknecht diz que a Suíça agora está "um pouco maior" mas acrescentou que "nós não vamos corrigir o atlas". A Embaixada da Itália em Berna informou que a mudança foi previamente aprovada por Roma.
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segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Elefante recebe prótese após 10 anos sem caminhar
Um elefante de 48 anos voltou a caminhar neste domingo 16 de agosto, na Tailândia, ao receber uma prótese na perna dianteira esquerda. Motola, a elefante fêmea, estava sem caminhar há 10 anos, após ter sido vítima de uma explosão de mina terreste. Neste domingo ela recebeu a prótese e deu os primeiros passos sozinho. O elefante mobilizou defensores dos direitos animais ao redor do mundo, em uma campanha que arrecadou fundos para o desenvolvimento da perna artificial.
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domingo, 16 de agosto de 2009
Geleira derrete quatro vezes mais rápido do que previsto
Uma das maiores geleiras da Antártida está perdendo espessura quatro vezes mais rápido do que há dez anos, de acordo com uma pesquisa liderada pela University College de Londres (UCL). Um estudo das medidas tomadas por satélite da geleira Pine Island, no oeste da Antártida, revelou que a superfície do gelo está baixando 16 metros por ano. Desde 1994, a geleira baixou em até 90 metros, o que traz graves implicações para o aumento do nível do mar. Cálculos feitos com base na taxa de derretimento registrada há 15 anos sugeriram que a geleira poderia durar 600 anos. Mas, de acordo com as novas informações, a geleira poderá durar "apenas" mais 100 anos. A taxa de perda de gelo é mais rápida no centro da Pine Island e os pesquisadores temem que, se o processo continuar, a geleira poderá se quebrar e começar a afetar a camada de gelo do continente. A pesquisa foi liderada pelo professor Duncan Wingham, do University College de Londres e publicada na revista científica "Geophysical Research Letters".
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sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Mais de 350 espécies descobertas no Himalaia
O menor veado do mundo, um sapo voador e um peixe que se gruda em pedras são apenas algumas das descobertas feitas no Himalaia, região considerada uma das mais biologicamente ricas. Na última década, estas e outras 350 espécies novas foram encontradas na região.“Esta enorme diversidade cultural e biológica mostra a natureza frágil de um ambiente que corre o risco de ser perdido para sempre, a não ser que o impacto climático mude e seja revertido”, afirma Tariq Aziz, da Organização World Wildlife Fund (WWF), que trabalha com um programa específico para a região da Índia, Nepal e Butão.

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domingo, 9 de agosto de 2009
Plástico biodegradável
Cientistas do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT) inventaram um plástico duplamente ecológico. Além de ser feito a partir do lixo de usinas de açúcar e de fábricas de suco, o material é biodegradável, e em poucos meses se desfaz na natureza. Quando estão bem gordinhas, as bactérias são dissolvidas. O que sobra é um pó, biodegradável, ideal para fazer utensílios e embalagens descartáveis. Ao contrário do plástico feito de petróleo, que fica no meio ambiente durante séculos, o bioplástico vira comida de bactéria de novo, em pouco tempo. "Ele desaparece em cerca de 6 meses. Sem poluir", explica Maria Filomena Rodrigues, pesquisadora de biotecnologia.
A produção do bioplástico começa com a fome de bactérias que vivem no solo. Elas são colocadas em um tanque e superalimentadas. A comida em excesso é transformada em pequenos grãos que são acumulados como estoque de energia. Este material é justamente o bioplástico.
Plástico biodegradável já existe, feito de cana-de-açúcar ou de milho, por exemplo. Mas aqui, os cientistas deram um passo à frente. Em vez de usar matéria-prima nobre que pode virar alimento ou combustível, esse novo material dá um destino para resíduos que hoje vão para o lixo, como restos de fruta das fábricas de suco e bagaço de cana das usinas de álcool.
Os pesquisadores do IPT trabalham para encontrar uma fórmula para produzir esse tipo de plástico a partir de qualquer material orgânico. “Seria muito interessante porque você contribuiria pra reduzir o volume de resíduos no meio ambiente e, ao mesmo tempo, estaria obtendo um produto com alguma aplicação industrial", afirma Maria Filomena Rodrigues.
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segunda-feira, 27 de julho de 2009
Como acabar com a expansão dos desertos?
Um projeto para a construção de uma barreira de 6 mil quilômetros através do deserto do Saara, norte da África, para tentar conter a desertificação de terras vizinhas, foi apresentado pelo arquiteto sueco Magnus Larsson em uma conferência na sexta-feira (24) em Oxford, Grã-Bretanha. A barreira seria formada por dunas solidificadas de areia e se estenderia da Mauritânia, no oeste da África, até o Djibuti, no leste. A areia seria estabilizada pela adição em larga escala de bactérias que podem solidificar a massa em poucas horas, endurecendo-a como se fosse concreto. "Minha resposta (ao problema da desertificação) é um muro de arenito, feito de areia solidificada", afirmou Larsson, que se descreve como um arquiteto de dunas. Países do norte da África já apresentaram um plano de plantar árvores para formar o que chamaram de Grande Cinturão Verde para evitar que a areia do deserto se expanda. A proposta do arquiteto seria um complemento e não uma substituição à proposta do plantio de árvores. "Forneceria o suporte físico para as árvores", disse o arquiteto à BBC. E, o mais importante, segundo Larsson, poderia ser mantida no local mesmo se as árvores fossem cortadas. "As pessoas destes países são tão pobres que elas cortam as árvores para fazer lenha", acrescentou.
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segunda-feira, 6 de julho de 2009
Retrocesso de 50 anos
Os ganhos obtidos pelos países mais pobres nos últimos 50 anos podem ser perdidos totalmente e de forma irreparável por causa das alterações climáticas, indica estudo divulgado pela Oxfam Internacional, grupo que reúne ONGs que lutam contra a pobreza. O relatório se baseia nas respostas de 42 cientistas que colaboram com o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), ligado às Nações Unidas. Segundo eles, o maior impacto será o aumento da fome. Com as alterações sofridas na zona tropical, plantações de culturas-chave na alimentação humana, especialmente milho e arroz, estarão em risco.
Dois terços do 1 bilhão de pessoas que se encontram na pobreza no mundo vivem nas zonas rurais dos países em desenvolvimento. É o caso de Chriselliea Nzabonimpa, mãe de cinco filhos e líder da comunidade onde mora, em Ruanda, que mostra como suas plantações de milho e mandioca não vingam por causa de um padrão irregular e inesperado de chuvas. Ao lado da segurança alimentar, o acesso à água é outra questão urgente, afirma a Oxfam. Cidades populosas já sofrem desabastecimento: a neve que fornecia o recurso durante o degelo já sumiu, ou está prestes a desaparecer.
"A geleira Mururata é a Mãe Terra para nós. É onde conseguimos nossa água para cozinhar, lavar, beber, regar nossos jardins e alimentar nossos animais", diz Valerio Quispe, que vive na comunidade Choquecota, no altiplano boliviano. A geleira é uma das diversas que encolheram nos últimos anos e que podem desaparecer em poucas décadas.
A falta de água também tem o potencial de gerar conflitos, especialmente em torno dos rios Indo, Nilo e Tigre-Eufrates, além de estimular migrações de populações empobrecidas. Estudo recente, ainda não publicado, do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica dos EUA, analisou os 925 principais rios do mundo. Baseado em 60 anos de registros, ele projeta que um terço deles será afetado significativamente pelas mudanças climáticas. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".
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terça-feira, 23 de junho de 2009
Energia eólica já é o suficiente
O vento pode suprir as necessidades energéticas do mundo, segundo estudo publicado na revista científica "Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)". A notícia é um bom presságio para os defensores das fontes limpas de energia. A matriz eólica, como a solar, suscita esperanças na luta contra o aquecimento global. No Brasil, se os cálculos do estudo estiverem certos, só os aerogeradores terrestres produziriam, no mínimo, cerca de 14 vezes a eletricidade consumida no País. Para os aerogeradores marítimos, a proporção seria de cerca de três vezes as necessidades brasileiras. Pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, e do Centro de Pesquisa Técnica VTT, da Finlândia, determinaram a energia que poderia ser produzida em cada turbina eólica com base na velocidade local do vento, na densidade do ar, no possível espaçamento dos aerogeradores e no tamanho das hélices. Os cientistas também consideraram áreas no mar. Os aerogeradores implantados em terra firme conseguiriam produzir o equivalente a 40 vezes o consumo mundial de eletricidade e cerca de cinco vezes o consumo de energia em todas as suas formas. Nos Estados Unidos, por exemplo, seria possível produzir 16 vezes o consumo atual de eletricidade do país. Um dos autores do estudo, Michael McElroy, da Universidade Harvard, considera essencial um esforço global para viabilizar o uso da energia eólica em todo o mundo. “Também seria necessário reformar o sistema de distribuição de eletricidade atual”, aponta McElroy. O pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Ênio Bueno, especialista em energia eólica, pondera que o estudo leva em conta apenas o potencial de aproveitamento dos ventos para geração de energia. “Seria preciso considerar também a viabilidade técnica em cada local e a viabilidade financeira”, aponta. “Isso reduz muito a previsão dos pesquisadores.” Estudo dos técnicos do Inpe, em janeiro, mostra que os ventos brasileiros podem atender mais de 60% do consumo nacional de energia de forma competitiva. Com o barateamento progressivo da tecnologia, o porcentual deve aumentar. Atualmente, menos de 1% da energia consumida no país é gerada por vento.
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quarta-feira, 17 de junho de 2009
Amazônia mais resistente do que se imaginava
Estudo da Michigan State University, nos EUA, aponta que a política brasileira de proteger as florestas com reservas é capaz de proteger a floresta das mudanças climáticas e evitar sua destruição total. No meio científico é corrente a ideia de que, se a Amazônia atingir um certo grau de desmatamento, terá alcançado um “ponto sem retorno” em que se transformará numa paisagem similar ao cerrado. O autor deste novo estudo, Robert Walker, no entanto, defende que, ao ter certas áreas protegidas, como já vem ocorrendo no Brasil, este ponto sem volta jamais seria alcançado. A Amazônia brasileira tem cerca de 37% de sua área incluída em reservas. Para o estudo, Walker trabalhou com o pior cenário: o de que toda a floresta fora destas áreas protegidas seria destruída. Ainda assim, ele chegou a resultados que apontam que o índice de chuvas dentro das áreas protegidas não cairia a ponto de modificar a vegetação das reservas. Assim, segundo o pesquisador, o limite de desmatamento “sem volta” da floresta pode estar por volta de 63%, e não 40% como é comum ver em estudos a respeito. 
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quinta-feira, 11 de junho de 2009
Tijolo feito de casca de coco
Um novo tijolo inventado pelo Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) não utiliza barro em sua composição. No lugar da argila, são usados restos de casca de coco, de castanha-do-pará e de tucumã, que costumam ser descartados no processamento dessas frutas.
Segundo o pesquisador Jadir Rocha, da área de recursos florestais do Inpa, o novo tijolo é mais resistente que o original, com a vantagem de oferecer mais proteção contra o calor amazônico. “Como as matérias-primas são de vegetais, proporcionam um ambiente muito agradável, faça chuva ou faça sol”, afirma.
Para conseguir agrupar as cascas duras das frutas e formar um bloco compacto, os restos são triturados, misturados com uma resina e prensados. Além de reciclar esses materiais, o tijolo vegetal tem a vantagem ecológica de não precisar ser cozido, evitando que árvores sejam cortadas para alimentar fornos.
Outra vantagem enumerada por Rocha é que o novo tijolo dispensa cimento, pois tem um encaixe que une as peças. Água e cupim, graças à resina utilizada para colagem, também não serão problema. “Utilizamos resina fenólica, uma cola irreversível. Ela é derivada de petróleo. O ideal seria que tivéssemos resinas naturais, mas infelizmente as pesquisas ainda estão começando”, diz o pesquisador do Inpa.
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segunda-feira, 8 de junho de 2009
Moto elétrica para corridas
A Motoczysz divulgou nesta segunda-feira (8) as primeiras fotos oficiais do modelo elétrico de competição E1pc, que participará, na próxima sexta-feira (12), do TTXGP da ilha de Man, na Grã-Bretanha - a primeira corrida do mundo com motos movidas a combustíveis alternativos. A prova será disputada em uma volta no traçado de 60,72 quilômetros que circunda a ilha.
A Motoczysz E1pc, com o quadro construído de fibra de carbono e alumínio, tem peso total de 195 quilos – 125 quilos apenas das baterias de íons gera 115 cavalos de potência e torque máximo de 40 mkgf. A velocidade máxima, com o câmbio de marcha única, é de 241 km/h, mas pode superar os 280 km/h se for equipada com câmbio de marchas múltiplas.
Um celular iPhone encaixado no centro do guidão faz as vezes do painel eletrônico dessa moto elétrica. O sistema de suspensão leva amortecedores Ohlins, os freios são da Brembo e as rodas, da BST.
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quinta-feira, 4 de junho de 2009
Celulares ecológicos
A fabricante de celulares Sony Ericsson lançou nesta quinta-feira (4) dois novos modelos de aparelhos considerados como "mais verdes" pela companhia.
Os novos modelos, C901 GreenHeart e Naite, serão vendidos em embalagens menores e terão manuais eletrônicos. Os aparelhos usam mais materiais reciclados e consomem menos energia.
"Hoje nós estamos anunciando... um compromisso de ampliar essas inovações no portfólio geral em 2010 e 2011", afirmou o presidente-executivo da Sony Ericsson, Hideki Komiyama, em comunicado.
A cadeia de produtos mais ecológicos está aumentando rapidamente na indústria de celulares. Uma recente pesquisa da empresa ABI Research mostra que quase metade dos consumidores dos Estados Unidos devem ser influenciados pelas credenciais "verdes" dos fabricantes ao comprar os aparelhos.
A Sony Ericsson informou nesta quinta-feira que tem como meta cortar em 20% suas emissões de dióxido de carbono até 2015.
A indústria de celulares é acompanhada de perto por organizações ambientais ao redor do mundo devido à produção em larga escala. Mais de 1 bilhão de telefones são vendidos globalmente a cada ano.
Maior fabricante mundial de aparelhos, a Nokia começou a renovar suas embalagens em 2006, e afirmou que economizou 100 milhões de euros (US$ 142,9 milhões) em menos de um ano.
Já a Sony Ericsson disse que os novos modelos usarão ao menos 50% de plásticos recicláveis, semelhante ao 3110 Evolve lançado pela Nokia no ano passado.
Em 2008, o presidente-executivo da Nokia, Olli-Pekka Kallasvuo, mostrou um protótipo de celular feito inteiramente de materiais recicláveis na feira Mobile World Congress, mas o modelo ainda não chegou a ser produzido.
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