quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Árvores artificiais na luta contra o aquecimento global...


Um dos principais problemas do mundo atual, são as emissões de gases poluentes na atmosfera, o que agrava o aquecimento global. A solução pode estar na produção de árvores artificiais, em um relatório publicado pela Instituição Britânica de Engenheiros Mecânicos, os engenheiros afirmam que por US$ 20 mil (R$ 37mil), uma única árvore artificial poderia remover o CO2 emitido por 20 carros.A Instituição afirma que outros métodos potenciais, como o uso de espelhos defletores no espaço são pouco práticas e demasiadamente caros para serem implementados.Segundo os engenheiros, as árvores artificiais, que medem cerca de 12 metros de altura, ainda são um protótipo, mas quando finalizadas, poderiam ser instaladas ao lado de rodovias ou perto de turbinas de ar no mar.As árvores trabalham capturando o CO2 do ar através de um filtro. Depois disso, o carbono seria removido e armazenado. O relatório sugere ainda que novas tecnologias para armazenagem de CO2 continuem a ser desenvolvidas em paralelo ao projeto das árvores.Uma das sugestões dos cientistas é que o CO2 capturado pelas árvores artificiais poderia ser liquefeito e enterrado no subsolo, talvez em antigos poços de petróleo.“As árvores artificiais já estão no estágio de protótipo e o design já está avançado em termos de automação e dos componentes que serão usados”, disse Tim Fox, principal autor do documento.De acordo com ele, as árvores podem ser produzidas em massa em pouco tempo.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Spray para melhorar a memória...


Uma pesquisa feita com 17 homens jovens, que passaram duas noites em um laboratório, descobriu que uma molécula do sistema de imunidade do corpo, chamada de interleukin-6 (IL-6), ajuda o cérebro a reter memórias durante o sono REM, quando é inalada. A pesquisa foi feita por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Lubeck, na Alemanha.Em cada noite, após lerem dois pequenos contos, eles utilizaram um spray nasal, que continha IL-6 ou um placebo. O sono e atividades cerebrais dos participantes foram monitorados durante toda a noite. Durante a manhã, os participantes escreveram todas as palavras que conseguiram lembrar sobre as histórias que leram na noite anterior.O grupo que recebeu a aplicação de IL-6 conseguiu lembrar de mais palavras do que os que receberam o placebo.Lisa Marshall, co-autora do estudo, afirma que a pesquisa prova que o IL-6 tem um papel importante na formação de memórias a longo prazo durante o sono humano.


Link da matéria original, Telegraph.
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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Salto alto faz mal a saúde...

Você gosta de usar salto alto? Sim, porque é bonito ou talvez você ache confortável... bom é melhor você pensar melhor no calçado que usa desde a juventude, pois as escolhas ruins de sapatos ou salto alto podem causar problemas sérios e dores no futuro de muitas mulheres, de acordo com uma pesquisa realizada na Universidade de Boston, nos Estados Unidos.O estudo foi feito com 3.378 homens e mulheres, e mostrou que os homens não têm tantas reclamações sobre dores nesta região, principalmente porque os sapatos usados por eles são mais confortáveis e ortopédicos. Dores no pé e nos dedos estão entre os motivos mais comuns que idosos entre 65 a 74 anos visitam os médicos, de acordo com o estudo.Os participantes do estudo responderam a um questionário dizendo se sentem dor, ardência ou rigidez em um ou nos dois pés. As pessoas também informaram aos pesquisadores que tipo de calçados utilizaram em cinco épocas da vida. Os sapatos eram divididos em três grupos:

Ruins: calçados de alto risco, que não oferecem suporte ou estrutura ao pé, como saltos altos e chinelos;

Normais: sapatos que apresentam algum risco, como tênis com sola de borracha ou botas de trabalho

Bons: sapatos de baixo risco, como tênis atléticos ou comuns;

A pesquisa descobriu que 19% dos homens e 29% das mulheres afirmam sentir dor nos pés frequentemente.

As mulheres que afirmaram utilizar bons sapatos no passado têm 67% menos chances de ter dores na parte frontal do pé, em comparação com as que usam sapatos normais.

Link da matéria original, WebMD.
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A vez do Gmail...


Uma lista foi publicada na internet commilhares nomes de usuário e senhas do Gmail. "Nós recentemente percebemos um esquema de phishing (é o termo utilizado para caracterizar a prática de usar site e endereços falsos para tentar fazer as pessoas revelarem informações como seus dados bancários ou nome de usuário de contas na internet) geral, através do qual hackers obtêm informações que dão acesso a contas de e-mail baseadas na internet (webmail), inclusive as do Gmail", disse um porta-voz do Gmail."Assim que soubemos do ataque, obrigamos os usuários das contas afetadas a criarem novas senhas. E vamos fazer isso com outras contas cada vez que soubermos de novas tentativas."O Google afirmou que o esquema "não foi uma violação da segurança do Gmail", mas sim uma tentativa de "fazer os usuários passarem seus dados pessoais a hackers".O esquema inicialmente tinha como objetivo atingir apenas usuários do Hotmail, da Microsoft, um dos principais concorrentes do Gmail.Mais de 10 mil endereços do Hotmail acabaram sendo publicados no site Pastebin, bastante utilizados por profissionais que desenvolvem sites para compartilhar códigos.Mas uma segunda lista de 20 mil nomes surgiu contendo e-mails e senhas de outros serviços, como o Yahoo, a AOL e o Gmail.Algumas das contas de email parecem ser velhas, falsas ou apenas não utilizadas. Mas a BBC confirmou que muitas são genuínas.Ainda não se sabe se a nova lista faz parte do mesmo ataque de phishing que atingiu o Hotmail ou se consiste em outro esquema.Mesmo assim, especialistas recomendam que os usuários mudem suas senhas assim que possível."O ideal é que as pessoas utilizam senhas diferentes para cada site", disse à BBC Graham Cluley, especialista em segurança da Sophos.Segundo ele, cerca de 40% dos internautas usam a mesma senha para todos os sites em que se registram.

domingo, 4 de outubro de 2009

Sociedade hipócrita...

Os pais podem afirmar que a honestidade é sempre o melhor ao criar os filhos, mas um novo estudo diz que os educadores têm o costume de frequentemente distorcer a verdade ou mentir aos filhos. “Ficamos surpresos ao ver quão frequentemente os pais mentem”, afirma o pesquisador Kang Lee, da Universidade de Toronto, no Canadá. O estudo feito pela equipe de Lee ainda é preliminar, mas traz à tona as implicações das mentiras para crianças em uma fase em que elas tentam descobrir como funcionam as relações sociais. “A pesquisa descobriu que mesmo os pais que promovem a importância da honestidade para os filhos costumam mentir”, diz. Para pegar as mentiras dos pais, os pesquisadores realizaram dois estudos, em que pais e estudantes comentaram sobre nove situações hipotéticas, em que o pai mente para a criança – para deixá-la feliz ou para moldar seu comportamento. Um exemplo que foi utilizado no estudo foi o de um pai dizendo a uma criança chorando que a polícia virá buscá-la se o choro não parar. Outro exemplo sobre as emoções é o de afirmar à criança que um parente próximo que faleceu se tornou uma estrela para cuidar da criança, por exemplo. Em um estudo, 130 estudantes de graduação responderam em uma escala de 1 a 7, sendo que 7 seria o “sim” absoluto, se seus pais tinham contado alguma história daquele tipo em situações semelhantes. Quase 90% dos estudantes responderam com notas de 5 a 7 sobre essas mentiras.O outro estudo foi feito com 130 educadores, na maior parte mães, e fizeram o mesmo procedimento, respondendo se já haviam contado aquelas histórias. Esses participantes também davam notas de 1 a 7 (de ruim a bom) o que cada educador dizia nas histórias. Mais de 70% dos pais afirmaram que ensinam aos filhos que mentir é inaceitável – mas quase 80% deles indicaram já ter contado mentiras semelhantes àquelas mostradas no estudo.De acordo com a pesquisadora Gail Heyman, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, as mentiras podem impedir as crianças de aprender algumas regras. A afirmação é reiterada pela pesquisadora Victoria Talwar, da Universidade McGill, no Canadá. “Se o educador sempre mente para que a criança faça X, Y ou Z, então a criança nunca realmente aprende a fazer essas coisas”, afirma Talwar.Os especialistas admitem que às vezes é aceitável encobrir um pouco a verdade, como ao dizer que os rabiscos da criança são bonitos, por exemplo. O detalhe é que o estudo revelou que as mentirinhas contadas pelos pais vão além de pequenas coisas, e são contadas para evitar discussões ou conversas longas, por exemplo.Independente da questão sobre a mentira dos pais ser ou não aceitável, Heyman chama a atenção aos pais para que eles façam uma reflexão antecipada sobre a criação dos filhos, para evitar mentiras contadas no calor do momento. “Muitas mentiras são contadas impulsivamente, e os pais não pensam sobre como o que eles dizem irá afetar os filhos”, afirma a pesquisadora. “Acredito que os pais devem discutir antecipadamente sobre suas crenças, para quando o momento chegar, trabalhar com o que realmente acredita e não com o que surgir na sua cabeça no momento”, diz Heyman.


Link da matéria original, Live science.
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Álcool no tratamento de ferimentos...

Uma bebida forte pode ser uma boa pedida para quem está com ferimentos na cabeça. A afirmação vem dos médicos do respeitado hospital Cedars-Sinai, nos Estados Unidos, que analisaram 38 milpacientes com ferimentos na cabeça. De acordo com a pesquisa, os pacientes com álcool no sangue têm taxas de morte muito menores que aqueles sem álcool. Os médicos acreditam que, com a quantidade certa no sangue da pessoa, o álcool impede inchaços, inflamações e a destruição das células cerebrais. Mas é claro que as estatísticas não podem ser encaradas como uma permissão para beber o quanto quiser – até porque muitos dos ferimentos acontecem devido à bebida. Os pesquisadores afirmam que mais pesquisas são necessárias para estabelecer uma relação clara entre o uso de álcool e a melhora dos ferimentos na cabeça, e até sobre o uso do álcool em um possível tratamento para esses machucados. Além desses detalhes, a pesquisa também apontou que pacientes com álcool no organismo têm maiores chances de ter complicações médicas durante o seu tratamento no hospital.


Link da matéria original, Live Science.
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